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sábado, maio 19, 2012

Se alguém te ofende o problema é dele.




Sugestão  da  amorosa Joanna de Ângelis por intermédio de Divaldo Pereira Franco.

Não é tarefa fácil. Com esforço, porém, conseguiremos  viver a tranquilidade que  precisamos.

“Nunca retribuas maldade com vingança ou desforço.
0 homem mau se encontra doente e ainda não sabe.
Dá-lhe o remédio que minorará o seu aturdimento, não usando para com ele dos recursos infelizes de que ele se utiliza para contigo.
Se alguém te ofende, o problema é dele.
Quando és tu quem ofende, a questão muda de configuração  e o problema passa a ser teu.
O ofensor é sempre o mais infeliz.
Conscientiza-te disso e segue tranquilo.”

Livro: Vida Feliz

quinta-feira, maio 10, 2012

Desculpa Sempre.


 Na certeza de que somos aprendizes  na Escola da Vida, compartilho com vocês a bela página encontrada  em o  Livro “ Vida Feliz”  de autoria de Joanna de Angelis, por Divaldo Franco:

“Desculpa , sinceramente, a ignorância dominante. Não esperes justificativas do outro,o  teu  ofensor.
Supera os  ingredientes indigestos da agressão dele e mantém-te bem, buscando esquecer de fato a ocorrência má.Quem guarda mágoa intoxica-se com os miasmas que elas exalam.
O agressor está muito desequilibrado e necessita da medicação da bondade para recuperar-se. Perdeu a lucidez, e por isso agride.
Concede-lhe a oportunidade que ele não  te dá. É sempre mais confortável a posição de quem é generoso.
Melhor que sejas tu o doador, significando que  já conseguiste o que ao teu  próximo falta"

segunda-feira, abril 23, 2012

O Meu Amigo e Eu


Demonstração do quanto já evoluímos socialmente é a forma como  nos reportamos ao outro. Ante a facilidade  da linguagem falada e escrita, uma das expressões mais  utilizada é : Meu Amigo ou Minha Amiga!
Basta que a pessoa  seja simpática ou atenda aos nossos desejos, corresponda às nossas expectativas ou  facilite a nossa vida,  para que  seja identificada como  “pessoa legal”. Sendo legal, mais de uma vez, é nossa amiga!
Assim vamos seguindo nesse estágio,colecionando “amigos”.Para com essas pessoas usamos a nossa simpatia, a disponibilidade, o mais largo sorriso...
Enquanto  necessitarmos da presença dela, seja de  que forma for,  e formos correspondidos; ela continuará desfrutando da nossa “consideração”.
Poderá ainda  ser identificada  por : Irmãozinho ou Irmãzinha.  É o diminutivo mais intimista que utilizamos para  mostrar  à pessoa    ela  significa  muito, a ponto de elevá-la como  membro de nossa família.
Se der certo, a pessoa acreditar, estará, dali  por diante,   firmado o contrato   que  encerra essas três únicas cláusulas: PRIMEIRA: O objeto da nossa amizade é a satisfação dos meus interesses; SEGUNDA:  Manteremos contato enquanto permanecer a minha  necessidade; TERCEIRA: O distrato  ocorrerá de minha parte, de forma unilateral, imediata, a partir  do momento que   não mais  for útil  para mim, a sua  “amizade”, independente de notificação.
Em que pese a certeza de que muito  já avançamos,  tomando  por parâmetro o que lemos nos relatos históricos,  precisamos, em caráter de urgência, rever certos conceitos.Estamos atribuindo às pessoas, conceitos  inerentes às coisas.
A utilidade é atributo de  “coisa” que  em certo momento podemos precisar. Quando vemos em alguém  a possibilidade de atendimento às nossas necessidades, imediatas ou não, à satisfação de nosso desejo, estamos impedindo que  a   pessoa, em nossa vida,  seja humana; seja uma  pessoa, com todas a características  que são próprias da natureza humana.
E nós,  de que formas nos vemos? Como Pessoa ou  como coisa.?
Coisa que tem manifestação fisiológica? coisa diferente das fabricadas pelo homem? que encerra  os mesmos atributos daquela: a fruição e  a disposição?
É questão de saber olhar. Olhar com  os olhos da alma que nos remeterá ao sentir...  
Sentir a nós e ao outro,  que  delicado!  Olhando e sentindo, conseguiremos estabelecer uma nova forma de relacionamento, um novo modelo. Meu amigo será todo aquele que  junto  a mim estará  na difícil caminhada da vida  e eu, também, estarei ao seu lado, em suas  horas  difíceis.
Ao compreender o meu amigo é  a mim que estarei compreendendo; ao abraçá-lo é a mim que  estarei abraçando; ao ouvi-lo, estarei me ouvindo; em não julgá-lo, estarei praticando para comigo um ato de generosidade, de afeto,  de perdão .
Quando conseguirmos esse novo olhar, saberemos distinguir nas relações necessárias, do cotidiano, aqueles que podem fazer parte do nosso círculo de amigos.Sem descartá-los, seguirão conosco no nosso coração, em nossa lembrança, em nossa oração...
Os demais, assim como nós, nas vidas das outras pessoas, farão parte dessa enorme família universal: somos filhos do mesmo Pai, conforme nos afirmou Jesus.

quinta-feira, abril 19, 2012

A Intriga





Em  o livro  Vida Feliz, ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis, por Divaldo Franco,encontramos em todas as páginas,  sugestões  eficazes à nossa libertação. Libertação da Mente.
Ao ler os textos, cada mensagem, individualmente, encerra um convite específico: “a percepção  do nosso  proceder”. Sempre direcionada ao leitor, apresenta farto material para o exercício diário.
No desejo de compartilhar tão salutar alimento, destaquei, para o dia de hoje,  o que nos fala sobre   o efeito da “INTRIGA” em nossa vida:

“Sorrateiramente, a intriga inicia-se no teu coração, cerrando a porta dos teus sentimentos à serenidade.
Torna-te frio e calculista, impiedoso e armado contra o outro, que talvez não mereça esta reação de tua parte.
O intrigante sempre encontra uma forma de envenenar-te .Conhecendo o teu temperamento, infiltra-se com suavidade e te alcança, alanceando-te com informações infame.
Reage à intriga e educa  o intrigante, a fim de que  ele te deixe em paz e passe a ter  paz, ao mudar de atitude mental e moral.”

Após a leitura, detive-me a refletir  acerca  das “ informações infame” .
Pessoas existem que para ocultar a enorme ferida, que  cultivam na alma,  lançam infâmias, afirmam o   que não sabem e acusam, pelo simples prazer de  macular a honra de outrem.
Fruto da inveja, da real incapacidade de ser feliz,  passam pela vida semeando o dor em seu  próprio caminho.
O intrigante  revela, com o seu ato,   que já vive  em  seu inferno particular. É alma atormentada por dores cultivadas, ante sua própria forma de  lidar com   a vida. Desconhece que pode, por seu  próprio esforço, encontrar a paz.
Considerando que a bela mensagem é destinada a todos  os leitores;  poderemos, a cada leitura,  encontrar excelente subsídio  para   reflexão e assim     seremos felizes.

quinta-feira, abril 12, 2012

O que é o Espiritismo? - Raul Teixeira

quarta-feira, abril 04, 2012

Um simples olhar...

Um simples olhar,  por vezes, encerra tanto carinho, que alimenta quem o recebe.
O olhar sem crítica, sem cobrança, sem julgamento. Olhar com vontade de ver além das aparências.
O olhar  que  abraça sem braços, que fala sem palavras, que nos diz   aquilo  que precisamos ouvir. Esse jeito de olhar é  a expressão da alma que entende de gente:  de gente que sente, de gente comum, de gente que é apenas gente.
Esse tipo de  olhar   não depende da cor  dos olhos e sim da forma de olhar. É o  como se olha que faz a diferença.
Nem todas as pessoas conseguem olhar as outras, percebê-las...
Olhar que fica na lembrança, atravessa o tempo,  rompe barreiras.
Saber olhar  não é para quem quer, e sim para quem sabe. Por não ser  manifestação exterior,  não  depende dos imperativos sociais, nem  das regras de comportamento, nem das  normas e regulamentos.
Depende de maturidade emocional,  de afeto, de ternura...
Considerando a importância do  olhar certo, na  hora certa, podemos verificar em nós,  a qualidade do nosso olhar.
Abençoemos os nossos olhos, exercitando  olhar  além das aparências, além do óbvio, do que está visível,  tangível...

A dificil tarefa...

O sintoma de egoísmo pode ser identificado facilmente pelos os outros. Pela pessoa que experimenta tal manifestação  é quase que impossível.
Consultando o dicionário, encontramos por definição: “é a qualidade  do Egoísta, aquele que   põe seus interesses, acima do interesse alheio”.
Que complexo!!!
Encontramos definições as quais  só nos  é possível compreendê-las, quando experimentamos, em nós,  o resultado.
No caso do egoísmo,sinto dessa forma. Ser apontado de  egoísta, por certo,  soa como uma agressão, uma provocação...  Reunimos todos os argumentos, todas as justificativas e interrogamos  aos mais próximos. Por fim, formamos time e desmentimos a afirmativa.
Seguimos, então, aliviados...
É  lamentável a nossa atitude. Perdemos boas oportunidades de realização ao lado de alguém: ferimos, magoamos, deixamos...
Como qualquer manifestação humana,  o egoísmos é fruto  do estado evolutivo  em que nos  encontramos. A manifestação egoísta é produto, não surge de repente.
Ao  entendermos por defeito, a queremos longe de nós. Se olhássemos como característica de um ser  inacabado, em construção, por certo realizaríamos os ajustes necessários.
Nascemos e crescemos perseguindo a perfeição, idealizando  modelos tão distantes de nossas possibilidades... Por consequência, seguimos  vitimados.
Tomados de autopiedade, supervalorizamos o que é  temporariamente nosso  e  exigimos reconhecimento, apreço e devoção; sobretudo de quem está bem próximo.
Motivados pelo egoísmo, não  percebemos  que cobramos aquilo que  não doamos. Que exigimos atenção, zelo, presença e  somos distantes, ausentes, indiferentes...
O egoísmo  apresenta sintoma  que exige medicação eficaz.
Assim sendo, quando alguém  apontar em nós, alguma manifestação egoísta, observemos o nosso proceder...
 
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